sábado, 30 de janeiro de 2010
Progresso
Comecei a usar computador para escrever um livro mais ou menos no ano de 2004; trabalhava só com Word e lancei esse que foi meu 1º em outubro de 2005 com o nome de "Lampejos da Memória". No ano de 2007 lancei outro livro que se chama "Mulheres Realizadoras em Bragança Paulista. Em toda mudança de ano eu me propunha a entrar na internet mas não tinha coragem até que em 2009 comecei. Já trabalho com e-mail, tenho um blog , agora estou no orkut e estou escrevendo o 3º livro, desta vez, de ficção, ao qual dei o nome de "Uma vida no lixo". Espero terminá-lo e fazer o lançamento ainda neste ano quando devo completar 85 anos de idade.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
coisas de criança e de gente grande
Que homem surdo, mãe!
Estávamos em Campinas, indo, de carro, para Valinhos.
O motorista do carro que estava na frente do nosso, quando parava nos semáforos descia e ia olhar no portamalas.
Depois de algumas vezes que isso aconteceu, minha neta Samanta, com uns sete anos, disse:-que homem surdo, mãe!. Não compreendemos nada e elaexplicou achar esquisito aquilo que o motorista da frente fazia. então percebemos que ela estava querendo dizer "que absurdo, mãe!
Destilação
Uma de minhas filhas achou muita graça na piada que lhe contaram:
"como se destila ácido sulfúrico? É fácil, disse a pessoa que contava a piada. Estendendo a mão com a palma para cima, ela disse; - você põe aqui ( mostrando a palma) e dai deste lado ( mostrando o dorso) .
Então minha filha foi contar a piada para alguém e depois da pergunta, mostrando a mão, disse: - você põe aqui, mostrando a palma , e sai aqui, mostrando o dorso.
Ninguém riu. Pudera!
A toca do Leão
Minha filha recém-casada chegou em minha casa aos prantos. " O que aconteceu, filha?"
E ela: -cheguei em casa, e encontrei uma caverna escura com um leão dentro.
Ela esquecera de pagar a conta de luz, e o leão era o marido.
Estávamos em Campinas, indo, de carro, para Valinhos.
O motorista do carro que estava na frente do nosso, quando parava nos semáforos descia e ia olhar no portamalas.
Depois de algumas vezes que isso aconteceu, minha neta Samanta, com uns sete anos, disse:-que homem surdo, mãe!. Não compreendemos nada e elaexplicou achar esquisito aquilo que o motorista da frente fazia. então percebemos que ela estava querendo dizer "que absurdo, mãe!
Destilação
Uma de minhas filhas achou muita graça na piada que lhe contaram:
"como se destila ácido sulfúrico? É fácil, disse a pessoa que contava a piada. Estendendo a mão com a palma para cima, ela disse; - você põe aqui ( mostrando a palma) e dai deste lado ( mostrando o dorso) .
Então minha filha foi contar a piada para alguém e depois da pergunta, mostrando a mão, disse: - você põe aqui, mostrando a palma , e sai aqui, mostrando o dorso.
Ninguém riu. Pudera!
A toca do Leão
Minha filha recém-casada chegou em minha casa aos prantos. " O que aconteceu, filha?"
E ela: -cheguei em casa, e encontrei uma caverna escura com um leão dentro.
Ela esquecera de pagar a conta de luz, e o leão era o marido.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Uma grande mulher.
A catástrofe do Haiti matou muita gente; todos os que morreram tinham sua importância como pessoa.
O Brasil chora a morte de tantos que lá estavam em missão de paz, mas a maior perda para nosso país foi a da grande mulher Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, organização formada hoje por 260 mil voluntários que acompanha quase dois milhões de gestantes e crianças menores de seis anos, além de um milhão e quatrocentas mil famílias pobres em 4.063 municípios.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse: "O Brasil deve muito a Zilda. Ela mostrou como é possível enfrentar os problemas sociais e reduzir o sofrimento dos mais pobres. C
onseguimos baixar a mortalidade infantil não só pela ação dos governos, mas pelo devotamento dela e da pastoral."
Se houvesse mais mulheres como a sanitarista e pediatra Dra. Zilda Arns Neumann, não seria o mundo conturbado e violento que é.
O Brasil chora a morte de tantos que lá estavam em missão de paz, mas a maior perda para nosso país foi a da grande mulher Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, organização formada hoje por 260 mil voluntários que acompanha quase dois milhões de gestantes e crianças menores de seis anos, além de um milhão e quatrocentas mil famílias pobres em 4.063 municípios.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse: "O Brasil deve muito a Zilda. Ela mostrou como é possível enfrentar os problemas sociais e reduzir o sofrimento dos mais pobres. C
onseguimos baixar a mortalidade infantil não só pela ação dos governos, mas pelo devotamento dela e da pastoral."
Se houvesse mais mulheres como a sanitarista e pediatra Dra. Zilda Arns Neumann, não seria o mundo conturbado e violento que é.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O TREM DE MINHA JUVENTUDE
Jovens graciosas, cheias de alegria, ilusões
à procura dos vagões do trem da Bragantina.
Lá vem o trem, na estação do Lavapés!
Ainda em algazarra cantam e brincam
durante o percurso até a estação do Taboão.
Voltam à praça da Matriz e ali se despedem:
até domingo que vem, quando vamos outra vez
passear de trem!
à procura dos vagões do trem da Bragantina.
Lá vem o trem, na estação do Lavapés!
Ainda em algazarra cantam e brincam
durante o percurso até a estação do Taboão.
Voltam à praça da Matriz e ali se despedem:
até domingo que vem, quando vamos outra vez
passear de trem!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Novas Trovas
Sente muita solidão
A quem a tristeza invade
Procure em seu coração
Que encontrará a saudade
Trabalhei tanto na vida
que hoje só quero paz.
No meu nome já tem Lida,
como mamãe foi capaz?
Não vesti a camisola
esperando meu amor,
mas ele nem por esmola,
veio aplacar meu ardor
A camisola da noite,
feita com tanto carinho,
me machuca como açoite,
ainda em seu próprio ninho.
A quem a tristeza invade
Procure em seu coração
Que encontrará a saudade
Trabalhei tanto na vida
que hoje só quero paz.
No meu nome já tem Lida,
como mamãe foi capaz?
Não vesti a camisola
esperando meu amor,
mas ele nem por esmola,
veio aplacar meu ardor
A camisola da noite,
feita com tanto carinho,
me machuca como açoite,
ainda em seu próprio ninho.
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