Ontem a turma da EEMABA, que começou GEMABA, se reuniu para uma confraternização. Para comemorar o que? Comemorar a saudade, a amizade que nos uniu, a vida enfim. Depois de tantos anos, alguns rostos ficaram desconhecidos nos primeiros momentos mas, aos poucos eles foram se definindo e íamos nos reconhecendo. A memória deu um salto para trás. O GEMABA, em 63, na descida Basílio Zecchin, que, ao se mudar dali para a R. Cel Luiz Leme, de Gemabinha , como era chamado carinhosamente, passou a ser Gemabão, pelo tamanho do prédio, depois CEMABA e atualmente EEMABA.
Quantas recordações! Quantos que já se foram!
Plagiando o poeta, naquele tempo a escola era risonha e franca, mas não havia nenhum professor de barbas brancas; os alunos, com sua curiosidade e fome de saber, incentivavam o professor que procurava dar sempre as melhores aulas... Eles competiam entre si e quando faziam trabalho em grupo, uns queriam ser melhores que os outros , de tal maneira que em uma ocasião levaram um formigueiro inteiro dentro de uma caixa para mostrar o que era uma colônia. Dar aula era um prazer imenso, mas havia uma compensação, pois o professor era muito valorizado.
E a escola de hoje, como estará? Nem quero saber, bastam minhas lembranças!
sábado, 24 de julho de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)