terça-feira, 27 de abril de 2010

Fim da viagem ao Maranhão

A 2ª parada foi em Caburé, lugar aprazível onde almoçamos no Restaurante-Porto Buriti e degustamos uma comida deliciosa; era tudo muito rústico, mas havia duas piscinas, chalés para os hóspedes, redes para o descanso...Do outro lado ficava o mar. Todos foram até lá para nadar e encontraram um quiosque onde tomaram umas boas cervejas. Eu, já cansada , fiquei por ali mesmo, pedi uma água de coco e qual não foi a minha surpresa ao ver o rapaz ir até um coqueiro anão e apanhar uma fruta para fazer a minha bebida ? Só no nordeste mesmo!
Na volta ainda passamos por um farol e ali descemos; alguns subiram até o topo, enquanto outros não tiveram coragem de galgar os muitos degraus, por volta de 160.
Foi a última etapa desse maravilhoso e inesquecível passeio. Então, com muita pena, o grupo se separou; alguns ainda marcaram de se encontrar à noite, na cidade, mas nós não fomos, pois eu estava muito cansada do passeio e o Rafa também preferiu não ir.
No dia seguinte, pela manhã, fomos conhecer a cidadezinha que fica à beira do rio Preguiça; como era domingo a feira de artesanato estava fechada, assim como algumas lojas, mas achamos uma muito sofisticada e com produtos muito caros. Almoçamos em um restaurantezinho bastante acolhedor.
À tarde voltamos para São Luís numa viagem mais longa que a ida, pois só para pegar os passageiros demorou uma hora.
Na manhã de 2ª feira fizemos um tour pela cidade ; conhecemos o centro histórico, o palácio dos Leões onde mora o governador, atualmente a governadora Roseana Sarney, o mercado e várias praias...
Às 16:40h o avião saiu rumo a Brasília onde chegou às 20horas, depois de uma pequena escala em Imperariz; já que era uma conexão, deveria sair às 21:15 h com chegada prevista em Campinas às 22:15h, mas atrasou , e muito, saindo na hora que deveríamos ter chegado. Assim só chegamos a Campinas a 1:00h.
Seria o fim da viagem, mas o Rafinha preferiu me trazer para Bragança Paulista na mesma noite e ainda voltou para Campinas. Ufa! Que volta tumultuada!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Viagem ao Maranhão (cont)

Ao chegarmos novamente ao rio, enquanto esperávamos a balsa, tomamos um café e comemos tapioca que uma mulher preparava em um fogão rudimentar. Foi a tapoica mais gostosa que comi em toda a viagem. A balsa chegou e continuamos o caminho de volta.
No dia seguinte fizemos um passeio pelo rio Preguiça que achei maravilhoso; conforme íamos descendo o rio, nosso guia ia explicando sobre as árvores que o margeiam, dizendo o nome e a utilidade de cada uma. Em dado momento ele entrou em um igarapé, com árvores de raízes aéreas, uma beleza! Era tão estreito que dava para colocar as mãos nas plantas, mas o barqueiro recomendou que não as puséssemos na água, pois havia jacarés e sucuris; disse também que havia saguis, mas nós não os vimos.
Fizemos a 1ª parada em Vassouras e aí sim, vimos macaquinhos que vinham comer em nossas mãos; havia mesas para se descansar e comer alguma coisa. Ao lado, um pequeno espaço com artesanato feito principalmente com fibras das folhas de buruti pelas pessoas do lugar.
Voltamos à lancha, se é que se pode chamar assim um barco a motor com oito lugares e um pequeno toldo que cobria apenas uma parte,mas que cumpriu a contento a função de descer o rio.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Viagem ao Maranhão - cont.

Quando chegamos ao Hotel Solares, antes de qualquer coisa, fomos almoçar no belo restaurante e o serviço foi de primeira. O calor estava infernal e, após nos acomodarmos no apartamento, Rafinha foi dar um mergulho na linda piscina, enquanto eu fiquei colocando minhas roupas nos cabides, já que ficaríamos até domingo. Ar condicionado ligado direto.
Às 14 horas, a Toyota saiu com destino aos Lençóis. No grupo havia pessoas de várias partes do Brasil: a Marisa, que era de São Paulo, mas trabalhava em Brasília, a Rosângela, carioca,o casal Susana e Edmilson, de Curitiba, os jovens recém casados Suname e Hemington de São Luís e nós, mãe e filho, Leda e Rafael, de Bragança Paulista.
A Tyota precisava seguir a trilha na areia, e o que o bicho balançava não era brincadeira; nos lugares mais sinuosos, parecia que estávamos num liquidificador. E a mulherada gritava de dar gosto! No meio do caminho tinha um rio e então passamos para uma balsa; a Toyota também.
Finalmente chegamos. Eu, como não tenho mais vinte anos, ou melhor, tenho quatro vezes isso, consegui vencer apenas um trecho do areal, mas não perdi muita coisa, pois como as lagoas são formadas pela água da chuva estavam secas pelo simples motivo que ainda não chovera neste ano. Quem chegou bem mais adiante, ainda achou algumas com água e deram uns mergulhos. Eu comprei um DVD dos Lençois e fiqui sabendo que a temporada das lagoas cheias vai de maio a agosto.
Na volta pedi para ir no banco da frente e a viagem foi mais amena; dali a Toyota pulava e sacudia menos. O motorista era um rapaz de vinte anos chamado Josenaldo e bati um bom papo com ele. Filho de Damião e Ana Maria, tem um irmão chamado Josemar. Fiquei sabendo que já fez o Curso Médio e pretende fazer Faculdade de Turismo, em São Luís.