sexta-feira, 16 de abril de 2010

Viagem ao Maranhão - cont.

Quando chegamos ao Hotel Solares, antes de qualquer coisa, fomos almoçar no belo restaurante e o serviço foi de primeira. O calor estava infernal e, após nos acomodarmos no apartamento, Rafinha foi dar um mergulho na linda piscina, enquanto eu fiquei colocando minhas roupas nos cabides, já que ficaríamos até domingo. Ar condicionado ligado direto.
Às 14 horas, a Toyota saiu com destino aos Lençóis. No grupo havia pessoas de várias partes do Brasil: a Marisa, que era de São Paulo, mas trabalhava em Brasília, a Rosângela, carioca,o casal Susana e Edmilson, de Curitiba, os jovens recém casados Suname e Hemington de São Luís e nós, mãe e filho, Leda e Rafael, de Bragança Paulista.
A Tyota precisava seguir a trilha na areia, e o que o bicho balançava não era brincadeira; nos lugares mais sinuosos, parecia que estávamos num liquidificador. E a mulherada gritava de dar gosto! No meio do caminho tinha um rio e então passamos para uma balsa; a Toyota também.
Finalmente chegamos. Eu, como não tenho mais vinte anos, ou melhor, tenho quatro vezes isso, consegui vencer apenas um trecho do areal, mas não perdi muita coisa, pois como as lagoas são formadas pela água da chuva estavam secas pelo simples motivo que ainda não chovera neste ano. Quem chegou bem mais adiante, ainda achou algumas com água e deram uns mergulhos. Eu comprei um DVD dos Lençois e fiqui sabendo que a temporada das lagoas cheias vai de maio a agosto.
Na volta pedi para ir no banco da frente e a viagem foi mais amena; dali a Toyota pulava e sacudia menos. O motorista era um rapaz de vinte anos chamado Josenaldo e bati um bom papo com ele. Filho de Damião e Ana Maria, tem um irmão chamado Josemar. Fiquei sabendo que já fez o Curso Médio e pretende fazer Faculdade de Turismo, em São Luís.

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